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Resumo da semana – Inflação cai e tijolo reage

Após dois índices terem recuado, o mercado de Fundos Imobiliários faz novas projeções, enquanto notícias de FIIs de tijolo mostram um segmento bem vivo, inclusive para operar no serviço funerário

Por Luciene Miranda
quinta-feira, 28 de julho de 2022 Atualizado 2 semanas atrás

A semana trouxe boas novas!

 

IPCA-15 e IGP-M com recuo em julho. A notícia positiva para a economia – e ao nosso bolso! – pode dar fôlego extra para os Fundos Imobiliários de tijolo, diretamente relacionados com o cenário do momento.

 

Os fundos de papel – com carteiras em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) – talvez fiquem um pouco menos atraentes. Eu disse: “Talvez”.

 

Resumo da semana – Inflação cai e tijolo reage

 

No nosso país, a única certeza que temos é uma vida inteira de incertezas.  Não é fácil ser brasileiro. Não é para qualquer um.

 

Eu acredito que, quem nasce por aqui – a não ser que seja pessoa muito ruim – já ganha passaporte para o céu sem escalas. Basta comprovar nacionalidade brasileira na porta do paraíso. 

 

Falando no além, o Fundo Imobiliário Brazilian Graveyard and Death Care Services (CARE11) deve operar, pelo menos, cinco cemitérios na cidade de São Paulo após uma das empresas em carteira, associada a um consórcio, ter vencido uma licitação.

 

No total, o consórcio com a Cortel Holding ofereceu R$ 337,5 milhões por dois lotes. No entanto, as regras do processo devem permitir a concessão de apenas um lote com os cemitérios do Araçá, Dom Bosco, Santo Amaro, São Paulo e Vila Nova Cachoeirinha. Para operá-los, devem ser desembolsados R$ 200 milhões.

 

Falando em luto, a maioria dos cotistas do Fundo Imobiliário FOF Integral Brei (IBFF11) decidiu por fim à vida do FII. A votação em assembleia geral extraordinária (AGE) teve 40,68% de participação de um total de 4.147 cotistas.

 

A liquidação do fundo foi levada à AGE por um cotista representativo, detentor de mais de 5% das cotas. Os gestores se posicionaram contra. A venda de todos os ativos do FII deve ocorrer em prazo recorde nos próximos dias.  

 

Outra polêmica na indústria FII envolve o Fundo Imobiliário BTG Pactual Terras Agrícolas (BTRA11) com terras ‘estressadas’ no MT em seu portfólio. Esta semana, o FII conseguiu liminares favoráveis na justiça que suspendem efeitos de decisões de primeira instância sobre a ineficácia da operação de aquisição.

 

O atual locatário e antigo proprietário das terras, Milton Cella, incluiu tudo em um pedido de recuperação judicial. Ele tem uma dívida de R$ 73 milhões.

 

Do campo para a cidade, o Fundo Imobiliário Rio Bravo Renda Residencial (RBRS11) anunciou a entrega de 81 apartamentos do Edifício Urbic Sabiá, em Moema, na cidade de São Paulo.

 

A operação foi possível por meio de um programa de renda mínima garantida, em que os cotistas recebem antes e depois do empreendimento concluído. Duas empresas farão a gestão das locações para mitigar riscos de concentração.

 

Do desenvolvimento ao varejo, a velocidade da estratégia de desinvestimento do Fundo Imobiliário CSHG Renda Urbana (HGRU11) impressiona. O FII vendeu duas lojas alugadas para a Casas Pernambucanas em menos de uma semana!

 

Após concluir a venda do imóvel de Garça, anunciou ter passado pra frente também o ativo em São José dos Campos. Os dois imóveis estão no interior de São Paulo.    

 

Do varejo à logística, o Fundo Imobiliário CSHG Logística (HGLG11) comprou dois imóveis na cidade de Betim, em Minas Gerais, de empresas controladas pela Log Commercial Properties por R$ 453,4 milhões. O pagamento pode ser à vista ou por meio de dívida. A decisão caberá aos cotistas.

 

E de volta aos papeis, o Fundo Imobiliário Iridium Recebíveis Imobiliários (IRDM11) anunciou a 12ª emissão de novas cotas para a captação de R$ 298,3 milhões em oferta restrita. O valor da nova cota será de R$ 96,61 com base na cota patrimonial do fundo em 31 de maio. A taxa de distribuição não é modesta. Será de R$ 2,81 por cota.

 

Ainda não foi dessa vez que os cotistas do HTMX11 voltaram a receber rendimentos. O fundo anunciou novamente que não fará distribuição.

 

E para quem estava dando como certa a liquidação do HGPO11, a gestora anunciou no fim do dia que o processo de venda dos ativos foi encerrado sem nenhuma proposta aprovada. O valor mínimo de R$ 39.000,00 por metro quadrado só foi ofecerido por um participante que queria pagar parte do valor em cotas de FII. Aí não, né? Os cotistas preferiam, literalmente, a parte deles em dinheiro.

 

Com esta, a gente encerra o artigo sobre uma semana intensa que ainda reservou ao final a emoção extra aos cotistas de conhecerem o quanto vão receber de dividendos dos FIIs no mês que vem. Acompanhe por aqui no Clube FII News.

 

Basta acessar o menu Fundos Imobiliários > Rendimentos & Amortizações na plataforma.

 

Um ótimo final de semana para todos e até semana que vem!

 

 

 

As informações contidas neste artigo são de responsabilidade dos autores, não representando necessariamente as ideias, opiniões, pensamentos ou qualquer forma de posicionamento do Clube FII.


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